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Resenha Econômica

Segunda-feira, 30 de julho de 2018

Início de semana com predomínio de resultados negativos entre os principais mercados mundiais. Na Ásia, os resultados negativos das bolsas americanas na última sexta-feira, puxados pelos papéis de empresas de tecnologia, pesaram sobre os mercados asiáticos, os quais ainda mostraram cautela frente às decisões de política monetária que irão ocorrer ao longo da semana. Entre as commodities, o cobre encerrou o dia no negativo, enquanto os investidores analisavam a possibilidade de uma greve na mina de Escondida no Chile, a maior produtora de cobre do mundo. O petróleo, por sua vez, foi impactado pelos sinais de menor oferta global do óleo, levando a commodity ao território positivo. Na Europa, assim como na China, as bolsas foram penalizadas pelos papéis de empresas de tecnologia.

Nos Estados Unidos, pesou sobre os índices das bolsas de Nova York a procura por posições menos agressivas no mercado, visto que o Banco Central do Japão e o Fed (Banco Central americano) irão tomar decisões essa semana sobre sua política monetária. Assim, a segunda-feira foi mercada pela queda do Nasdaq, do Dow Jones e do S&P500. No mercado de títulos, a visão de que haverá um movimento de aperto monetário por parte dos dois bancos centrais levou os investidores americanos, assim como os japoneses e europeus, a se desfazerem dos títulos de dívida dos governos, aumentando o rendimento destes. Em meio a esses movimentos, o dólar não mostrou direção única frente outras moedas fortes e de emergentes.

No Brasil, a bolsa conseguiu avançar 0,51% em meio à queda dos mercados no exterior, refletindo a visão do investidor de uma melhora no quadro eleitoral além da expectativa de resultados corporativos positivos de empresas com grande participação no índice, como o Banco Itaú. Em relação ao câmbio, o dólar se valorizou frente ao real, com os investidores fazendo movimentos técnicos que levaram a divisa americana a encerrar cotada em R$ 3,73/US$. Sobre as taxas de juros, tanto as de longo prazo quanto as de curto prazo encerraram o dia perto dos ajustes da última sexta-feira, não reagindo de maneira significativa ao noticiário local.