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Resenha Econômica

Segunda-feira, 11 de junho de 2018

Segunda-feira de movimentos mistos entre os principais mercados acionários. Na Ásia, as bolsas de valores fecharam sem direção única, com algumas se recuperando de perdas recentes em uma semana que contará com vários eventos importantes para o mercado. Entre as commodities, o cobre encerrou em queda, devolvendo parte das altas recentes devido a rumores de que as negociações trabalhistas na mina de Escondida no Chile estariam fluindo bem, diminuindo a possibilidade de corte na produção do metal por lá. O petróleo, por sua vez, fechou a segunda-feira sem direção única, com os investidores esperando pela reunião entre Arábia Saudita e Rússia, assim como a divulgação de dados referentes ao mercado de petróleo. Na Europa, os mercados apresentaram forte movimento de alta, depois que o ministro de economia e finanças da Itália afirmou que o governo nem cogita a possibilidade de sair da União Europeia.

Nos Estados Unidos, os índices das bolsas de Nova York encerraram o dia perto dos ajustes de ontem, apresentando leve alta, com os investidores preferindo não tomar posições arriscadas frente a semana que vai incluir vários eventos importantes, como as decisões sobre taxa de juros do Fed (Banco Central americano), do BCE (Banco Central Europeu) e do BoJ (Banco do Japão), assim como o encontro de hoje à noite entre Trump e Kim Jong-Un. Ademais, com os investidores acreditando num endurecimento da política monetária nos Estados Unidos, o dólar se valorizou frente demais moedas e os juros dos títulos da dívida pública fecharam em território positivo.

No Brasil, o Ibovespa fechou o pregão com queda de 0,87%, com o predomínio da cautela no mercado frente os acontecimentos importantes da semana e um dia sem nenhuma novidade. As ações do setor financeiro foram as principais responsáveis pelo resultado desta segunda, caindo em bloco. No mercado de câmbio, o real se manteve estável frente ao dólar (R$ 3,71/US$), em um dia em que a moeda americana se valorizou frente demais moedas de países emergentes e de países desenvolvidos. Quanto aos juros, as taxas de curto prazo fecharam em queda, com o investidor vendo o câmbio a R$ 3,70/US$ como uma ameaça de menor força sobre a Selic no curto prazo, enquanto que as taxas longas apresentavam leve alta.