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Resenha Econômica

Quinta-feira, 02 de agosto de 2018

Quinta-feira de movimentos mistos entre os mercados ao redor do globo. Na Ásia, as tensões comerciais entre China e Estados Unidos mais uma vez levaram as bolsas a encerrar no negativo, com os investidores preocupados com a possibilidade de nova imposição de tarifas por Washington à Pequim. Entre as commodities, as tensões culminaram no recuo dos preços do cobre, enquanto o petróleo avançava em meio à divulgação do DoE (Departamento de Energia) de dado que mostra uma queda na produção diária do óleo nos Estados Unidos. Na Europa, além das preocupações em relação ao comércio internacional, os mercados refletiram a decisão do BoE (Banco da Inglaterra) de elevar sua taxa básica de juros, fechando em queda nesta quinta-feira.

Nos Estados Unidos, com os indicadores econômicos do país mostrando um bom desempenho da economia americana e com a Apple atingindo o valor de US$ 1 trilhão de dólares, o Nasdaq e o S&P500 fecharam o dia em alta, enquanto o Dow Jones caia, refletindo as desavenças entre o Washington e Pequim. A preocupação que isso gerou no mercado levou os rendimentos dos títulos da dívida americana a recuarem, enquanto a decisão do BoE provocava uma valorização do dólar frete demais moedas fortes.

No Brasil, o Ibovespa apresentou resultados positivos, encerrando o pregão com alta de 0,42%. Apesar das diversas notícias sobre possíveis nomeações de vice de candidatos à presidência, nada havia sido definido até o fim do pregão. O movimento positivo da bolsa foi impulsionado pela alta dos papéis da Ultrapar, que mostrou nos seus resultados do trimestre um impacto menor do que o esperado da greve dos caminhoneiros, e dos papéis da Petrobras, que divulga seus resultados amanhã. No mercado de juros, as taxas subiram em resposta às preocupações com o exterior. Já o câmbio se manteve estável em R$ 3,75/US$.