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Resenha Econômica

Terça-feira, 05 de junho de 2018

Terça-feira de resultados mistos entre as principais praças internacionais. Na Ásia, as bolsas de valores responderam à alta de ontem das bolsas nos Estados Unidos, quando o Nasdaq encerrou o dia em novo recorde, fechando em alta. Com relação às commodities, o cobre teve novo dia de alta, com os investidores ainda receosos quanto às negociações salariais na mina de escondida no Chile, a maior produtora do metal no mundo, as quais poderiam causar um problema na oferta do metal. Já o petróleo reverteu o movimento de queda recente, encerrando em território positivo enquanto os investidores aguardam pela divulgação do Departamento de Energia americana (DoE) de dados favoráveis à alta do preço. Na Europa, os mercados apresentaram resultados mistos, influenciados pelos mais recentes acontecimentos em relação ao comércio global e pela decisão por uma política pouco austera do premiê italiano.

Nos Estados Unidos, os índices das bolsas de Nova York apresentaram resultados mistos, com o Nasdaq e S&P 500 fechando em alta, impulsionados pelas ações de empresas de tecnologia, mas com o Dow Jones em leve queda, impactado pelas mais recentes declarações de membros da Casa Branca a respeito das relações comerciais entre os Estados Unidos e demais parceiros comerciais. Sofrendo das mesmas causas do Dow Jones, os juros dos títulos da dívida pública americana encerraram em queda. Já o dólar apresentou movimento misto.

No Brasil, o Ibovespa encerrou com forte queda de 2,49% nesta terça-feira. A percepção do investidor de que o quadro eleitoral está se direcionando para uma polarização entre candidatos considerados não-reformistas pelo mercado se aliou às preocupações do mercado quanto à política de preços da Petrobras, o que acabou resultando em impactos fortes sobre a bolsa. Refletindo a menor atratividade do Brasil ao investidor, o real sofreu forte desvalorização ante o dólar, encerrando cotado a R$ 3,80/US$, apesar da atuação forte do Banco Central para tentar conter o movimento. Para o mercado de juros, o sentimento levou tanto taxas de curto prazo quanto taxas de longo prazo a encerrarem em alta.