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Resenha Econômica

Quinta-feira, 12 de julho de 2018

Quinta-feira de resultados positivos para os mercados acionários ao redor do mundo. Na Ásia, as bolsas de valores fecharam o dia em alta, revertendo o movimento de queda dos últimos dias gerado pelas tensões comerciais entre Estados Unidos e China. A recuperação se estendeu ao mercado de commodities, com o cobre fechando em alta, enquanto o petróleo apresentava movimentos mistos, em meio a diversas notícias a respeito da oferta global de óleo. Na Europa, a divulgação de indicadores de atividade econômica positivos garantiu a alta das bolsas da região nesta quinta-feira.

Nos Estados Unidos, a declaração do presidente americano, Donald Trump, de que os Estados Unidos irá permanecer na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) gerou certo alívio no mercado, que viu no comunicado uma trégua, pelo menos temporária, nas tensões comerciais. Assim, os investidores buscaram ativos mais arriscados, levando os índices das bolsas de Nova York a fecharem em território positivo. O tom gradualista do presidente do Fed, em discurso proferido nesta quinta-feira, sobre a política monetária e o otimismo em relação à economia americana levou o dólar a se valorizar frente ao iene e os juros do títulos da dívida americana a subirem.

No Brasil, o Ibovespa apresentou resultado positivo nesta quinta-feira, avançando 1,96% com a maior procura por risco dos investidores e com a alta das bolsas no exterior. Os principais destaques ficaram com os papéis de instituições financeiras, com o mercado esperando bons resultados nos balanços dos bancos, e de empresas ligadas às commodities. Quanto ao câmbio, a moeda brasileira fechou o dia estável (R$ 3,88/US$), não acompanhando o movimento de valorização das demais moedas de países emergentes. Com os investidores vendo a aprovação de diversas medidas no Congresso que podem vir a impactar de maneira relevante as contas públicas, estes se desfizeram de títulos públicos brasileiros, fazendo com que as taxas de rendimento destes se elevasse, tanto par os de curto prazo quanto para os de longo prazo.