Juriscred
  • Acesse sua Conta
  • Cartões
  • Cobrança

Resenha Econômica

Sexta-feira, 03 de agosto de 2018

Movimentos positivos predominaram nas principais praças internacionais nesta sexta-feira. Na Ásia, os mercados acionários não apresentaram movimento em direção única, com as bolsas chinesas terminando uma sessão volátil em queda, enquanto a de Tóquio permanecia estável. Entre as commodities, o cobre encerrou o dia em território positivo, refletindo medidas adotadas pelo Banco Central Chinês para limitar a desvalorização da moeda do país frente ao dólar, o que acaba impactando positivamente a demanda pelo metal. Já o petróleo seguiu em direção contrária, com os investidores ainda refletindo dados que apontam para um avanço na oferta mundial do óleo. Na Europa, as bolsas de valores avançaram com a divulgação de resultados corporativos positivos de empresas do continente no trimestre que se encerrou em junho.

Nos Estados Unidos, o anuncio chinês de que o país pode vir a retaliar as novas tarifas americana sobre a economia chinesa elevou a preocupação do mercado, o qual buscou refúgio nos títulos da dívida americana, diminuindo seus rendimentos. No entanto, os dados de avanço do mercado de trabalho, apesar de terem vindo abaixo do esperado, se aliaram à decisão de política cambial do Banco da China, impulsionando os índices das bolsas de Nova York ao território positivo. O fato de os dados do mercado de trabalho terem vindo abaixo do esperado pesou sobre a moeda americana que se enfraqueceu frente demais moedas.

No Brasil, o Ibovespa fechou o pregão com forte alta (2,26%), impulsionado pelo resultado positivo acima do esperado da Petrobras no trimestre e pelo anúncio de Ana Amélia como vice na chapa do pré-candidato pelo PSDB, Geraldo Alckmin, o que, aos olhos do mercado, garante maiores chances ao ex-governador de São Paulo. Refletindo uma perspectiva mais positiva das eleições e dos dados de emprego nos Estados Unidos, o câmbio se valorizou nesta sexta-feira, com o dólar fechando cotado a R$ 3,71/US$. Impactadas pelas mesmas notícias, as taxas de curto prazo encerram estáveis, ao mesmo tempo em que as taxas longas caiam, em linha com a queda do dólar.