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Resenha Econômica

Segunda-feira, 02 de julho de 2018

Resultados mistos predominam entre as principais bolsas de valores nesta segunda-feira. Na Ásia, as bolsas fecharam em queda, repercutindo os dados de atividade industrial mais lenta na China e a possibilidade de imposição de novas tarifas americanas sobre a China ao longo da semana, as quais o governo em Pequim já disse que retaliará. Pelos mesmo motivos, o cobre encerrou em queda, assim como o petróleo depois que presidente americano, Donald Trump, pediu à Arábia Saudita que aumente a produção do óleo em cerca de 2 milhões de barris por dia, o que poderia aumentar significativamente a oferta da commodity. Na Europa, os mercados encerram o dia em território negativo, impactados pelo aumento da tensão comercial entre Estados Unidos e China e pelo impasse político na Alemanha.

Nos Estados Unidos, os índices das bolsas de Nova York fecharam o pregão com resultados positivos, revertendo o movimento de queda do início do dia, quando pesou no mercado as tensões comerciais. O anúncio do presidente Trump de que em breve anunciará acordos benéficos ao povo americano e que não pretende sair da OMC (Organização Mundial, do Comércio) possibilitou às bolsas se recuperarem. As tensões comerciais acabaram levando o dólar a se valorizar frente demais moedas internacionais, enquanto as taxas de juros dos títulos da dívida pública americana subiam.

No Brasil, o Ibovespa fechou a segunda-feira com leve alta (0,11%), em linha com a recuperação das bolsas americanas depois dos comentários de Trump. No mercado de câmbio, o real se desvalorizou frente ao dólar, assim como demais moedas de países emergentes, o que levou a divisa americana a fechar cotada a R$ 3,91/US$ em um dia sem atuação extra do Banco Central no mercado. Quanto aos juros, as taxas fecharam em queda, descolando do movimento do câmbio e não sendo impactadas pelo noticiário doméstico fraco desta segunda-feira.