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Resenha Econômica

Terça-feira, 25 de setembro de 2018

Resultados mistos dominam o mercado nesta terça-feira. Na Ásia, as bolsas apresentaram movimentos em direções opostas, com os mercados chineses fechando em queda enquanto o mercado japonês era impulsionado pelas ações de empresas exportadoras. Entre as commodities, os movimentos também foram contrários, com o cobre recuando, em função de preocupação envolvendo relações comerciais entre Estados Unidos e China; enquanto o petróleo fechava em seu maior nível em quatro anos pelo segundo dia consecutivo, ainda influenciado pela decisão de ontem de países produtores do óleo de não aumentar a oferta da commodity. Este avanço acabou influenciando o resultado dos mercados na Europa, com empresas do setor petrolífero puxando a alta em conjunto de um bom humor frente à discussão orçamentária na Itália.

Nos Estados Unidos, o discurso protecionista do presidente americano, Donald Trump, sobre as relações comerciais do país com demais economias, levou os índices de ações de Nova York a apresentarem resultados mistos, mantendo o sentimento de preocupação com o comércio global dos investidores. Já os juros dos títulos da dívida pública americana avançaram, apoiados na alta do índice de confiança do consumidor e no aguardo pela decisão de política monetária do Banco Central americano amanhã. O dólar, por sua vez, operou com fraqueza frente às demais moedas mundiais à exceção do peso argentino, que se enfraqueceu.

No Brasil, a bolsa mostrou forte oscilação, mas conseguiu fechar em território positivo (+ 0,83%). A divulgação de pesquisa de intenção de votos pelo Ibope, a qual mostrou avanço do candidato Fernando Haddad frente uma estagnação do candidato Jair Bolsonaro, levou o mercado a iniciar o dia em queda. Esse movimento que foi aos poucos se revertendo com uma entrada mais expressiva de recursos estrangeiros na bolsa brasileira, o que acabou contribuindo para a valorização do real frente ao dólar, que encerrou o dia cotado a R$ 4,07/US$. Para as taxas de juros, o movimento foi similar ao longo do dia, avançando com as preocupações com o cenário eleitoral, mas recuando com o a entrada de capital estrangeiro.