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Resenha Econômica

Quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Quarta-feira de tendência mista nas principais praças acionárias globais. Na Ásia, as bolsas encerraram majoritariamente me alta, respondendo ao rali da sessão anterior nas bolsas de Nova York, motivado pela divulgação dos balanços corporativos mais positivos do que o esperado. Entre as commodities, o petróleo recuou, após o DoE informar que os estoques avançaram. O cobre se manteve estável na expectativa de dados importantes chineses, como produção industrial, varejo, investimento em ativos fixos e PIB. Na Europa, a perspectiva de um aperto monetário mais forte do que o antecipado nos Estados Unidos pressionou os índices. Somou-se a isso a preocupação dos investidores com o Brexit, e os índices se mantiveram no negativo.
Nos Estados Unidos, a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve ajudou a elevar o dólar e os juros dos títulos públicos americanos. A percepção de que os juros poderão se manter em patamar elevado por algum tempo ajudou a deixar as bolsas em terreno negativo.
No Brasil, o dólar não seguiu o cenário externo e encerrou em queda de 1,0%, cotado a R$ 3,69/US$, na menor cotação desde maio deste ano. Além do otimismo com o cenário eleitoral, com a perspectiva de vitória de Jair Bolsonaro, o real foi favorecido pela entrada de capital externo, em operações de captação da JBS e da Invepar. Em consonância com este movimento, os juros futuros também recuaram. A exceção foram os contratos de curto prazo, cujas taxas se mantiveram próximas à estabilidade. O Ibovespa se manteve praticamente estável, com alguns papeis passando por realização de lucros, após as fortes altas da sessão anterior.